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Bem-vindo ao nosso Blogue.

É nosso objectivo de uma forma simples organizar alguma informação e dar a conhecer a Filosofia Rosacruz e a possibilidade de a estudar e de a viver.

Sintam-se à vontade para questionar a validade de tudo, pois só o que fizer reflexo em nós, só o que acreditarmos como verdade, é que o devemos aceitar.

Em seguida aparece a última mensagem que foi escrita e no final o Arquivo do Blogue.

Que a Luz esteja convosco.

A morte

A escolha deste tema poderá ser para alguns um bocado pesado, no entanto decidi escolhe-lo por ter sido o responsável pela minha entrada na filosofia Rosa Cruz.

Faz agora no mês de Abril quatro anos que a minha mãe faleceu. Lembro-me como se fosse hoje e de todas as atitudes que tomei após ter recebido a notícia do seu falecimento.

Quando recebi a notícia, apesar de a minha consciência me dizer que não havia nada a fazer, fiquei em choque, foi como me dessem uma pancada na cabeça e tivesse perdido os sentidos. Na altura já seguia um plano de recuperação da minha renite alérgica com a Dª Ana. Nas consultas que eu, a minha mulher e os miúdos íamos tendo, a Dª Ana sempre demonstrou uma grande sensibilidade espiritual.

Foi então que a minha mulher, resolveu a seguir a notícia do falecimento, ligar para a Dª Ana e pedir-lhe para falar comigo por telefone. Lembro-me perfeitamente de todas as palavras que me transmitiu e o que deveria fazer para ajudar a minha mãe a subir. Tranquilizou-me, transmitiu-me que a minha mãe estava bem, que a morte não é um fim mas uma etapa para a continuação da nossa evolução, por mais que nos custe perder o contacto físico com as pessoas que tantos amamos. Transmitiu-me também que o processo de subida da minha mãe também não é tão simples e que eu podia ser um peça fundamental para a ajudar. Para isso devia evitar ao máximo, por mais que me custasse, chorar ao pé do caixão se possível fazer a cremação e sempre que me lembrasse dela, ela estaria a olhar por mim.

Foi uma conversa que não deve ter durado mais de 5 minutos, mas ninguém pode imaginar como me senti depois de ter desligado o telefone. Senti-me mais leve, tranquilo porque a minha mãe estava bem e com vontade de a ajudar no seu processo de subida. Encarei aquela conversa como uma tarefa. Agora tudo fazia sentido na minha cabeça já não tinha medo.

Quatro anos passaram e cada vez mais encaro este tema de uma forma mais “técnica”. Para mim a morte não é o fim de nada mas uma etapa para a nossa evolução.

A objetivo de vos contar em pormenor todos estes acontecimentos, é apenas para vos sensibilizar com minha experiência que a filosofia Rosa Cruz foi determinante num processo complicado que normalmente só é avaliado quando passamos por ele.


Através da filosofia Rosa Cruz, podemos compreender e obter respostas para todos aqueles acontecimentos que nos chocam tais como as mortes em massa devido a catástrofes ou acidentes ou mesmo a perda de um a filho à sua nascença.

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Texto enquadrado em Reuniões de Estudo dos Ensinamentos Rosacruzes segundo Max Heindel