As almas quando renascem nesta
Terra, é como se fossem para a escola, o tempo que temos que permanecer nesta
escola, depende das lições que podem ser aqui vivenciadas. Não sabemos em que
nível é que cada um está neste momento presente, como não sabemos em que ano é
que cada aluno está quando vemos a população estudantil misturada.
Não
basta uma reencarnação em determinadas condições, teremos que repetir o número
suficiente de vezes, até aprendermos as lições, do mesmo modo que uma criança
frequentará o infantário durante alguns anos, só depois é que irá para a
primária, secundária, etc.
O
que irá aprender em cada um dos níveis, servirá de base para o nível seguinte.
Seria impensável pôr uma criança na secundária sem ter frequentado a primária,
o ciclo, etc., não teria as bases suficientes de conhecimentos para estar num
nível superior.
Quando
morremos neste mundo, e se a alma já aceita a lei do renascimento, tem um
sentimento de libertação, de regresso a
casa. Finalmente regressa para mais umas “férias” bem merecidas.
Duas
leis que trabalham em conjunto são a Lei do Renascimento e a Lei de Causa e
Efeito, a sua missão principal é garantirem de que não há injustiças,
por vezes não há oportunidade nesta vida de “retribuirmos” a bondade e o amor
dos outros, como por vezes de “pagarmos” pelas faltas cometidas.
Assim
a Lei do Renascimento permite-nos reencarnarmos mais uma vez, para termos
oportunidade de saldarmos dívidas. A sua amiga Lei de Causa e Efeito garante as
circunstâncias das nossas oportunidades.
No
futuro quando tivermos aprendido tudo o que está ao nosso alcance neste
ambiente terreno, continuaremos a ter tarefas em evoluções mais elevadas. O
progresso é infinito, pois somos divinos, e as limitações são impossíveis.
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Texto enquadrado em Reuniões de Estudo dos Ensinamentos Rosacruzes segundo Max Heindel
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