Quando empregamos a palavra “ Deus” podemos estar a
referir-nos a inúmeras coisas.
Ao ser Supremo, que é o grande Arquitecto do Universo, ao
Arquitecto do nosso Sistema Solar ou ao Absoluto (Existência Una).
Ainda que todos eles mereçam a nossa reverência e
adoração são todos diferentes uns dos outros.
“Deus”Ser Supremo, expandiu-se e criou os 7 grandes logos,
há portanto hierarquias múltiplas. O Ser Absoluto criou o universo através da
substância raiz-cósmica ou seja do nada, mas todos os sistemas se
interpenetram.
Assim devemos limitar-nos ao nosso plano, ao nosso Deus
mais próximo.
Por exemplo o Sol é dos mais elevados seres do nosso
cosmo, ou seja é o nosso mais próximo símbolo de Deus, se bem que não seja mais
do que um véu para “Aquele” que está por trás.
Nós temos um deus no nosso sistema solar mas os outros
sistemas solares também têm os seus Deuses.
Esta interpretação que acabei de fazer foi de certa forma
macro.
Numa interpretação micro ou seja menos abrangente,
podemos dizer que desse “Deus” que já deriva de outros seres superiores, ainda
derivam outros Deuses ou Deusas.
No mundo em que vivemos, e agora situo-me desde o
nascimento de Cristo (o mais alto iniciado para a nossa onda de vida) até hoje,
o sistema de adoração teve e terá que se adaptar às necessidades espirituais e
intelectuais de cada época, por isso as grandes entidades espirituais
responsáveis pela evolução, mudam as religiões do mundo em harmonia com a
marcha dos astros.
Por exemplo, antes de Cristo temos uma grande influência
da mitologia Grega e Romana onde os Deuses e Deusas abundam. O
cristianismo também representou o fim da mitologia, um processo que conduziu ao
desenvolvimento do pensamento racional, favorecendo assim o desenvolvimento da
ciência.
Objectivo da evolução
O
objectivo da evolução é todos nos purificarmos até nos tornarmos Deuses. Temos
que ir “refinando” a cada existência.
Podemos
dizer que pelo menos no esquema planetário a que pertencemos, as entidades mais
desenvolvidas, as que alcançarem um elevado grau de perfeição em existências
anteriores, assumem num primeiro estádio as funções de Espíritos Planetários
originais.
Neste
período em que nos encontramos, todos os seres menos evoluídos trabalham para
adquirir mais experiência do que a que já têm e os que já se encontram em mais
alto grau auxiliam os que não despertaram ainda.
“
A Subsequente fase de existência, durante a qual o ser humano desenvolve a
consciência até a converter em divina omnisciência, denomina-se EVOLUÇÃO”
Isto
é, a força interna que existe em cada ser em desenvolvimento e que é diferente
para cada individuo e original permite-lhe tornar-se num Deus.
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Texto enquadrado em Reuniões de Estudo dos Ensinamentos Rosacruzes segundo Max Heindel
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