O homem sente-se feliz
quando vive experiências em sintonia com a sua natureza.
Deveriamos aceitar a dor
como causa natural?
Sofremos a influência de
várias culturas que nos ensinam modelos sociais e religiosos baseados no
sofrimento do homem, no sacrifício cuja aceitação nos impõe como virtude e
necessário para alcançar alegria e beatitude que não corresponde à realidade.A
mente conduzida ao sacrifício à aceitação
de que a felicidade só existirá depois da morte como fruto dessa correspondência
entre a dor e a aceitação da impossibilidade de a não aceitação e da capacidade
de a evitar.
Quando a nossa mente nos
leva a crer que a solução dos problemas e a própria felicidade está dependente
de factores externos sempre perecíveis, a infelicidade a dor é a nossa
companheira por enganosas considerações que nos levam a produzir condições e
expectativas que a colocam automaticamente num estado de infelicidade.
A felicidade autentica
depende unicamente de nós. Ser feliz é um elemento que caracteriza a essência,
a Alma do homem, nâo bloqueando a energia que há em si de se exprimir, de se
expandir, de a fazer evoluir. Quem não entende o processo gasta a preciosa
energia contida em si, com atitudes de vítima crónica ou leva a sua vida para a
destruição na busca do prazer onde encontra alívio temporário.
O paradigma novo diz: se
fico feliz a contecem-me coisas boas; se fico infeliz, então acontecem-me coisa
más ( assume-se a responsabilidade da própria felicidade ).
Há variados factores
negaticos no nosso mental que nos induzem a sentimentos destrutivos e a causas
com efeitos destruidores da nossa energia positiva.
AQUILO QUE NOS
CARACTERIZA COMO SER HUMANO VIVO E CAPAZ DE PENSAR RESUME-SE EM EM TRÊS PALAVRAS:
AMOR – ALEGRIA –
GRATIDÃO.
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Texto enquadrado em Reuniões de Estudo dos Ensinamentos Rosacruzes segundo Max Heindel
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